evão do caminhão

nos momentos cruciais... estacione seus neurônios e acelere seus hormônios

quarta-feira, dezembro 21, 2016

RETROSPECTIVA 2016 - PEGA A METRALHADORA E TRÁ TRÁ TRÁ TRÁ TRÁ

 
Carnaval em Poço de Caldas: Blocos de rua, dois palcos diferentes, espuma proibida, campeonato de fantasia de crepom na piscina, todo mundo fantasiado, sambódromo, desfile de carros, cerveja barata...


  


 Sovaco de cobra em família fica muito mais legal!!!
Desfile das campeãs SP 



Primeiro carnaval do Bloco da turma do Instituto Cultural Samba Autêntico

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sexta-feira, fevereiro 15, 2013

LEVOU UM TOMBO BEM NO MEIO DA AVENIDA

"... dormiu no tombo e foi pisado pela escola.
Morreu de samba, de cachaça e de folia."

Antes que a semana do carnaval acabe, vamos ao resumo (nada resumido) da novela...

CAPÍTULO 1 - UNIDOS DE VILA MARIA

Quesitos que nos derrubaram e o que o grupo de acesso pode melhorar:

EVOLUÇÃO: nada fácil colocar mais de 4.000 pessoas pra passar pelo Sambódromo. Hora de diminuir contingente. Fora galera que compra fantasia de última hora e incentivo à maior participação nos ensaios. Sem contar as alas coreografadas. Amigos me desculpem, mas parem com essa merda de balé. O que vale é cantar muito e sambar, afinal de contas.

ENREDO: CoLéia num dá samba. Note que essa merda mandou pro acesso escolas em SP e no RJ. CoLéia deixou a gaLeLa da Vila MaLia tListinha... Pobres compositores que cortam um dobrado para criar com as benditas palavras-chave em cima desses temas bizarros encomendados... Nem a porra do Psy quis dar as caras, mercenário de bosta. Se morássemos na Noruega vá lá, mas estamos no Brasil; vai dizer que falta tema sobre nossa cultura? Diga não aos olhos rasgados e sim pros matutos!

FANTASIA: o cara que criou as fantasias foi um gênio da beleza e um algoz da praticidade. Certeza que em nenhum momento ele vestiu a roupa de qualquer ala que fosse. Todas pesavam umas 5 toneladas e despencavam peças na avenida. O problema é que ensaiamos movimentos com a escola toda e na hora H ficamos com braço de Horácio, segurando os pedaços da roupa que soltavam. E uma ala que ficou desprendendo bolinha? Sérios acidentes foram evitados pelos deuses da serpentina.

COMISSÃO DE FRENTE: movimentos precisos, meninos assíduos na quadra. Realmente não entendi esse. Só se foi (de novo) a dificuldade em adequar o bendito enredo na temática da execução.

MESTRE-SALA E PORTA-BANDEIRA: outra sacanagem. Diz a lenda que a nota não foi boa porque caiu a parte de cima do vestido da porta-bandeira. Porra, se os caras só ficam mostrando teta e bunda, porque na hora que acontece um lance desse eles descontam ponto? Sério, desonroso fazer uma pessoa que vive para a escola se sentir culpada por de certa forma derrubá-la para o grupo de acesso.

Acrescento ainda a boa nota no quesito HARMONIA. Se deu exclusivamente à participação popular. Todo mundo cantando até o último fôlego. Se dependesse dos diretores de harmonia seria mais um quesito a nos rebaixar. Pessoas muito compromissadas, mas não com o que realmente interessava. Cada um dava um comando diferente, muitas vezes brigaram na nossa frente e alguns inclusive cantavam errado o samba-enredo. 

Palmas também para a galera que EXPULSOU A REDE GLOBO da quadra no dia da apuração. Bando de urubu do caraio.

Já disse aqui que tem 8 anos que acompanho o movimento da quadra e é óbvio que quando finalmente resolvo desfilar gostaria que tivesse ganhado, porém nada acontece por acaso e quem sabe não é tempo de tirar esse movimento mercadológico do ar. Não serei inocente a ponto de ignorar a antiga ligação $/escola de samba, mas acredito que as pessoas se unem mais na tristeza e ano que vem a Vila vem com tudo, de volta às suas raízes, cuidando mais das pessoas do que da verba. O samba-enredo foi até profético de certa forma. Começava assim: RECOMEÇAR, LUTAR SEM DESISTIR...


CAPÍTULO 2 - UNIDOS DO PERUCHE

Verdadeira prova da consagração do povo e da alma do samba. Escola completamente falida e ainda conseguiu fazer ensaios de graça e fantasias que custavam no máximo 50 reais e veio até com pijama pra usar embaixo do costeiro.
Todo mundo bebendo na marquise até a hora de entrar em cena e cada ala se arrumou sozinha. Novamente o despreparo dos diretores de harmonia foi gritante.



CAPÍTULO 3 - BLOCOS DE RUA

Sempre bom porque rolam no improviso e com encontros surpresa de pessoas breacas e animadíssimas.

CAPÍTULO 4 - PIRAPORA

O foda de Pirapora é que a primeira vez que fomos há uns anos atrás foi TÃO BOM, que por mais legal que seja cada visita, nunca é suficiente.
Tivemos momentos especiais como uma roda particular de samba de bumbo com Dona Maria Esther e seu grupo, tocamos na tentativa de sobrevivência do Vovô da Serra do Japi junto com o Bloco no Jacaré, participamos dos bailes do clube com muuuuuuita marchinha...
O foda é que inventaram um cazzo de Circuito do Samba e cercaram a cidade com biombos de ferro para "preservar a segurança dos populares". Ora, posso estar errada, mas sempre que trancam pessoas como se fossem animais, a chance de agirmos feito bichos selvagens engaiolados aumenta drasticamente. Até detector de metais na entrada rolou.
Não deu merda, mas mesmo antes dessa jaula toda num dava. O povo quer ficar bêbado, dançar, levar banho de esguicho e circular pela cidade toda e não num cocheirinho estabelecido pelo prefeito. Não gostei do novo esquema!
Um enorme salve pra Canja da Ressaca!

                                         (foto de Fernando Gomes)

ADENDOS

A coisa mais triste da Vila ter caído e da Peruche não ter subido foi ficar sem sair hoje no desfile das campeãs. Seria o último fôlego de carnaval antes da tragédia desse ano sem feriado, além de usar uma vez mais as fantasias brilhosas e rosadas.

Obrigada São Pedro por ter segurado a chuva em TODOS os desfiles no Anhembi. Mesmo nos dias mais chuvosos (todos no período de carnaval), quando pisávamos no asfalto a chuva parava. Até lua linda apareceu pra dar uma conferida no movimento.

Por que hoje em dia os Reis Momos são bonitões, magrelos e desanimados?

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segunda-feira, janeiro 28, 2013

AQUI NINGUÉM É BAMBA, MAS TEM UM IDEAL QUE É INCENTIVAR A GENUÍNA MELODIA NACIONAL

Amor de carnaval não dura? Diz isso quem nunca pisou na quadra da Peruche. Fui lá a primeira vez por companheirismo e acabei apaixonada pela escola. 

Está no grupo de acesso, a quadra não é tão cheia, mas ainda mantém a essência do carnaval: O BOM SAMBA E O POVO!

Viva o Cantinho da Peruche com suas vozes que arrepiam! Viva a velha guarda e a nova geração sempre presentes! Viva a fantasia a R$ 50,00 com direito à camiseta!

E a bateria? Rolo Compressor quando toca atropela de fato nosso coração e saímos com o corpo moído de dançar.


Quando penso ser meio traidora frequentando as duas quadras (Vila Maria e Peruche) vejo que muita gente está nos dois lugares. Qual não foi minha alegria sábado passado ao ver a união das duas escolas na festa da bateria. Fiquei igual criança de euforia... Coisa mais linda!



Digo agora sem medo: meu coração é verde, azul e branco da Vila, com um toque de amarelo da Peruche.

Isso é Brasil!


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sábado, janeiro 19, 2013

DEPOIS DO CARNAVAL TODOS COLOCAM AS MÁSCARAS

Não há como negar: os "filhos de carnaval" ficam com um negócio especial pulando no corpo nessa época do ano. Muita gente gosta da data, mas pensa o que é "ser feito" em plena folia. O gene do ziriguidum fica impresso até no mais pacífico dos seres humanos.

Na infância, lembro da minha mãe cantando sambas bonitos, dos bailinhos em clube, do tio português ensinando dançar o 'quadradinho', de ir na avenida ver as tias desfilando na avenida, da farra na praia...

Mas, não tem jeito... sou uma branquela desajeitada e sem memória. E às vezes bem que eu invejo aquelas menininhas e menininhos criados no meio da quadra. Por mais que me esforce, serei sempre uma penetra sem samba no pé.

Nada disso impede que eu derrame lágrimas e transborde euforia toda vez que os bumbos explodem. Muitas e muitas vezes precisei 'ser contida' em plena festa. "Porque o samba é a tristeza que balança e a tristeza tem sempre uma esperança."

Nem dá pra contar todas as aventuras que vivi em dias de carnaval. Umas porque foram muito emocionantes e não cabem em palavras, outras por esquecimento alcóolico e outras por serem impublicáveis mesmo.

Esse ano vai acontecer algo novo. Vou defender a "minha escola" - Unidos de Vila Maria. O amor é novo,   porém querer-bem não se conta em tempo, mas em intensidade. Assim como no futebol, tive que ser auto-didata na escolha das cores pra vestir a camisa. E a paixão é tão parecida que muitas vezes me confundo e transformo as palavras de ordem da Vila "tem que ter PAIXÃO", por "tem que ter RAÇA". 

E já que nesse ano o carnaval vai ser cedo, estou curtindo a quadra desde a festa junina (?!) de 2012. Muitas feijoadas de sábado, tantas festas pré-carnaval das alas e especialmente as rodas no Cantinho da Vila. Mesmo assim tudo passou rápido demais e estamos à beira do desfile. Tenho faniquitos só de pensar no assunto. 

Tenho inúmeras críticas a fazer sobre o esquema carnavalesco das escolas de samba, mas o amor invadiu meu peito. Exemplos:

- a fantasia é caríssima, mas é linda;
- não gostei da mudança (inclusive do nome) da bateria, mas parece que o cara que veio da Mancha Verde pra substituir o Mestre Mi  finalmente arriscará a paradinha no dia do desfile;
- não quero girar porque é certeza que vou cair ou me enroscar na roupa de alguém, mas que vai ser lindo pra quem estiver na arquibancada assistindo, vai;
- seria bem melhor desfilar sem tempo e com a cadência reduzida da bateria como era antigamente, mas ainda será bom entrar no transe do sambódromo por alguns minutos...

Ah, essa é só uma escrita pra aliviar a ansiedade. Ainda estarei nos blocos, na Peruche... Outras palavras ainda virão, mas aí deixa pra depois...



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sexta-feira, fevereiro 24, 2012

A GENTE SE OLHA, SE BEIJA, SE MOLHA... DE CHUVA, SUOR E CERVEJA


Usei como desculpa a tal história do fim do mundo e disse ao Japonês: "não posso morrer sem ver o Galo da Madrugada". O kamikaze, como sempre, se jogou de cabeça na ideia e logo tratou de resolver a parte logística da viagem.

Estamos há meses celebrando o carnaval, só que preciso chamar atenção para um detalhe: fizemos tudo embaixo de intensa chuva. Sambamos e marchamos na chuva da Vila Maria, do Cambuci, do Butantã, da Barra Funda etc. Então, quando fechamos a viagem para o nordeste, tínhamos uma única certeza: SOL!!! Protetor solar 50 comprado e lá vamos nós... Pisamos em solo pernambucano e.......... CHUVA! Aê!! Fez total sentido, já que estávamos na terra da sombrinha. "Acho que a chuva ajuda a gente se ver. Venha, veja, deixa, beija, seja o que deus quiser!"

E como tudo o que acontece embaixo da chuva vem com energia extra, vivi um dos melhores carnavais da vida. Acho que o corredor Recife - Olinda possui tudo o que preciso pra ser feliz nessa data. Resumindo:

1. Tem algo sobrenatural que emana do chão, do céu, do povo e dos tambores como em Pirapora (sem o cheiro do Tietê);
2. Tem os infinitos blocos que surgem de todas as partes da cidade com todo mundo fantasiado como no Rio de Janeiro (sem os cariocas);
3. Tem a perna cansada, os beijos, o fervo e o caldinho como em Ouro Preto (com ladeiras bem mais suaves e muito mais ingredientes no feijão);
4. Tem os trios elétricos de famosos como em Salvador (sem muvuca, abadá e cordinha te amarrando).

Pra começar a alegria
Ganhamos uma hora de folia
Já que lá não tem horário de verão
Entramos mais cedo na confusão



Não existe Brahma por lá. Ou melhor, existe, mas essa azulzinha estranha aí que mais parece água mineral.

Ou a tal Proibida...
Ecat!

Ficamos no latão de Skol, cujo preço variava entre R$ 2,00 e R$ 2,50!!! Pena que esquentava em 30 segundos.



O que encantou mesmo essa minha alma lombriguenta foi a quantidade por metro quadrado de alimentos deliciosos, mas que fazem mal. Logo de cara comi tapioca, cachorro-quente (esquentado no microondas!?), milho verde mergulhado numa água imunda, refeições completas com tempero forte e caldo de feijão. PAUSA...

Pedi o tal cadinho pra reanimar no fim da primeira noite e nada da mulher me dar o copo minúsculo. Quando comecei comer achei lá dentro: azeitona, milho, carne, torresmo, camarão, ovo de codorna e claro... feijão preto. kkkkkkkkkkkkk

Domingo tive que parar pra recompor o corpo que não aguentava mais filtrar tanta tranqueira dentro.

Que fique claro que chuva não significa frio e muito menos que o sol não estava queimando. Durante a viagem adquiri um maravilhoso bronzeado craquelado. De dia, aquele calor infernal; à noite o ar condicionado ligado no talo, chegando a criar estalactite. Acordava no susto com a testa repuxando. Nos dias posteriores estou com um bronzeado estilo sorvete napolitano: tem pele branca, rosa e marrom.

Momento fã clube!!! Tive que limpar os olhos e pedir pro Japonês me beliscar quando olhei descontraída para o lado e dei de cara com Joelma e Chimbinha a pouco mais de um metro. Comecei a gritar "linda!!!", "Chimbinha, você é o melhor guitarrista do Brasil!!!" kkkkkkkkk Mas o melhor mesmo foi ganhar um coração feito pelas mãozinhas da Luiza Possi. Inesquecível... s2!!! Por outro lado, quase gorfamos ao ver as plásticas tão de perto...

Andamos por entre os becos, andamos em coletivos, mas fui impedida de comer caranguejo em plena Manguetown! :(

Acho desnecessário falar dos bonecões de Olinda. Vê-los todos reunidos na 3ª feira foi algo que nem eu que sou uma pessoa sem memória hei de esquecer. Os caras parecem que te miram nos olhos e te enxergam na alma.

Nos despedimos de Pernambuco tomando na cara a brisa da Praia de Boa Viagem. Não encontramos La Belle de Jour porque era meio-dia de uma quarta-feira cinza!

Na volta, quase deu pra ver o pôr-do-sol na estratosfera. Deu tempo só de observar o arco-íris gigante se formando antes da comandante Karina (aê, primeira pilota mulher que viajamos!) segurar o avião no muque entre as tempestades e turbulências que nos acompanharam até aqui.

Sei que é batido e cafona, mas quando termina o carnaval gosto de desejar Feliz Ano Novo! Em 2012 será com direito a sorte extra do zodíaco Chinês, com o poder do dragão, assim como Recife nos recepcionou no Marco Zero..


P.S. Falta muito pra Festa Junina?


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quarta-feira, fevereiro 22, 2012

RECOMEÇANDO DAS CINZAS VOU RECOMPONDO A PAISAGEM



É de fazer chorar, quando o dia amanhece e obriga o frevo acabar

Oh, quarta-feira ingrata chega tão depressa só pra contrariar

Quem é de fato um pernambucano
Espera o ano e se mete na brincadeira
Esquece tudo quando cai no frevo
E no melhor da festa chega a quarta-feira

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sexta-feira, fevereiro 17, 2012

TRAGO BORDADO NO MEU PAVILHÃO UM GESTO DE IGUALDADE E UNIÃO



Por causa dos amigos da faculdade, entre outras coisas, Japonês torce pra Unidos do Peruche...













Por causa do trabalho e das pessoas que lá estão, também sou Unidos, mas de Vila Maria...










Diferentemente do que acontece no campo de futebol, a gente respeita o campo do samba de cada um. Sempre compartilhando ensaios e mais ensaios, cervejas e mais cervejas, voltas e mais voltas pelas quadras e pelo Sambódromo.

Por coincidência, esse ano as duas escolas serão como yin-yang do carnaval. Uma trará a CRIAÇÃO como enredo, enquanto outra trará o JUÍZO FINAL.

Estaremos fisicamente longe, marchando pelas ruas do Brasil, mas torcendo muito pra que Vila Maria vença e que Peruche volte para o grupo principal.

Obs. ainda acho que o carnaval deveria durar uns 2 meses...

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sábado, novembro 19, 2011

PESSOA. TROÇO QUE DEFINHA. QUE SERÁ CINZAS. QUE O CHÃO DEVORA.


Se você nasceu em novembro, provavelmente já ouviu a frase "você é filho do carnaval!".

Só pegar as datas básicas, excluindo as exceções: fevereiro + 9 meses = novembro. Ok, mas hoje (meu próprio aniversário), vou aproveitar pra detalhar o assunto.

Ousaria dizer que não somos FILHOS do carnaval, mas somos O próprio carnaval.

1. Ansiosos até os ossos como ficam todos os brasileiros nos 11 meses que antecedem a próxima festa popular.

2. Vestimos infinitas máscaras de acordo com cada grupo e ocasião que somos convocados a participar, mas poucos (digo, ninguém) nos conhecem na essência.

3. Um fogo nos consome por dentro e por fora e que nos torna capazes de foder (sentido literal) das maneiras mais inexplicáveis.

4. Provavelmente jamais negaremos uma birita no copo, ainda que seja água de sarjeta oferecida por um mendigo que passa na hora exata da sede.

5. Temos verdadeiros enredos na vida. Uma simples ida até a padaria pode virar um samba sofrido ou uma machinha fanfarrona.

6. Agora, não deixe o carnaval acabar, podemos nos tornar sua pior 4ª feira de cinzas se nos magoar.

Onde começarei o aniversário? Na quadra da Vila Maria, celebrando o carnaval que ainda tarda a chegar, mas se depender de alguém que nasceu em novembro poderá ser aproveitado o ano inteiro...


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